Eu li: Codinome Cassandra, da Meg Cabot

Meg Cabot é sempre um bom ponta pé quando estou em ressaca literária, sua escrita é envolvente, rápida e divertida. Então, para tentar, mais uma vez, sair dessa inércia literária, resolvi apostar em Codinome Cassandra, o segundo volume da série Desaparecidos. Codinome Cassandra tem uma capa cheia de notas musicais para representar o acampamento Wawasee…

Eu li: A cidade do Sol, de Khaled Hosseini

Como proposto aqui, li A cidade do Sol em maio. Ao ver que esse livro completaria 10 anos de lançamento agora em maio de 2017, corri para tirá-lo da estante e não me arrependi nem um segundo! A cidade do Sol é traz a história de duas mulheres que tiveram seus caminhos cruzados por causa…

Eu li: As boas mulheres da China

As boas mulheres da china é o resultado de alguns anos do programa de rádio da Xiran, o “Brisas da noite”, que levava ao seu público histórias e discussões sobre a condição feminina na sociedade. O livro é dividido no relato de alguns casos e como eles influenciaram na vida da Xiran, como aquilo a…

Eu li: Marina, do Carlos Ruiz Zafón

Sem uma sinopse bem definida, composta por um parágrafo do prólogo apenas, e um comentário inicial, escrito pelo autor, informando que este é o seu livro preferido, embora A sombra do vento tenha feito bem mais sucesso do que ele, “Marina foi o quarto romance que publiquei. Foi lançado originalmente na Espanha em 1999 e…

Assisti: Lygia, uma escritora brasileira

Ontem, dia 21 de abril, a TV Cultura apresentou um documentário inédito sobre a Lygia Fagundes Telles, claro que eu não poderia ter deixado de assistir. Lygia, uma escritora brasileira teve uma hora de duração e foi composto por trechos de entrevistas com a autora, relatos de familiares, críticos e amigos da Lygia. A produção fez…

Eu li: O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman

GAIMAN, Neil. O oceano no fim do caminho. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013. Tradução de: Renata Pettengill Em O oceano no fim do caminho temos a história de um homem que volta à sua casa de infância após um funeral, lá ele recorda de certos acontecimentos de quando tinha 7 anos de idade. A crise…

Eu Li: Utopia, de Thomas Morus

MORUS, Thomas. A Utopia. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. Thomas Morus criticou em sua mais conhecida obra, a Utopia, o governo inglês de sua época. Referindo-se à política de cercamento como uma das principais responsáveis pelas mazelas do povo inglês.  O cercamento é uma grande revolução agrícola que acontece no mundo feudal, onde as…

Eu li: O princípio Dilbert, do Scott Adams

O princípio Dilbert é uma especie de almanaque satírico sobre o mundo corporativo. Se eu já me diverti horrores com as tirinhas do Dilbert, ler esse livro foi uma das experiências de leitura mais divertidas que já tive na vida. O problema (que não é tanto um problema assim) é que o livro é muito…

Eu li: Flush, da Virgínia Woolf

Sem sombra de dúvidas Flush é o livro mais leve e descontraído da autora inglesa Virgínia Woolf, conhecida por suas histórias contadas em fluxo de consciência. Virgínia Woolf inspirou-se em cartas escritas por Elizabeth Barrett e Robert Bowning que vira e mexe mencionavam  Flush, o esperto cachorrinho da raça Speniel, para fantasiar e criar essa…

Assisti: Steven Universo

Steven Universo é um desenho norte americano criado pela Rebecca Sugar para a Cartoon Network, lançado em 2013 e com a primeira temporada disponível no Netflix. Steven é uma criança criada por três Crystal Gems, seres mágicos que se rebelaram contra seus criadores para proteger a Terra de ameaças vindas de seu planeta de origem….

Eu li: Mulher perdigueira, do Carpinejar

Mulher perdigueira é o segundo livro do Carpinejar que tenho a oportunidade de ler, sua sensibilidade não mudou, embora aqui haja exageros. Carpinejar chamou minha atenção inicialmente por seu estilo diferente, logo fui procurar o que el fazia, vi que tinha programa de TV e que escrevia crônicas. Ótimo, adoro crônicas. Logo de início a…

Para bom leitor, só a fábula basta

Então eu li um dos clássicos best seller motivacionais usados em coaching e só ficou uma sensação na minha cabeça: ” por que cargas d’água esse livro tem tanta auto explicação?”. A fábula em si do Quem mexeu no meu queijo? é curtinha, mas ela é apenas um terço do livro, o restante é uma explicação prévia…