O que Virgínia Woolf e James Joyce têm em comum

É sabido que Virgínia Woolf não gostou muito da obra mais conhecida de James Joyce, Ulisses, e isso resultou em associar o nome dos dois grandes escritores a desprazeres.

Virgínia era crítica literária e por conta disso o seu julgamento sobre Joyce foi tão enaltecido pelos leitores e simpatizantes do mundo dos livros a ponto de muitos considerarem que Virgínia detesta Joyce no geral, não apenas de uma obra dele.

Fofoca literária a parte, vamos ao que interessa: o que eles têm em comum?

  1. São grandes nomes da literatura e suas obras são lidas todos os anos por vários leitores no mundo;
  2. São considerados “difíceis de ler” por obras específicas, carma que os segue no imaginário de todo leitor. Virgínia ganhou essa fama com As Ondas e Joyce, com Ulisses;
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  3. Ambos possuem um livro descontraído que vai inteiramente contra a fama de “semi impossíveis da literatura”. Flush é da Virgínia e Dublinenses, o do Joyce;
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  4. Escrevem usando a técnica conhecida como fluxo de consciência;
  5. São escritores modernistas do final do século XX;
  6. Personagens que se sentem solitários apesar de todos os contatos sociais que possuem;
  7. O tempo das narrativas não correspondem ao tempo cronológico da história;
  8. Se aproximam do realismo psicológico;
  9. Uso de narrativa experimental;
  10. Distanciamento e uma iminente sensação de desgraça parecem estar sempre presentes.

Dos livros citados no post, já falei sobre:

Depois de revisitar esses comentários tão antigos acho que está na época de reler esses livros para tecer novas ideias sobre eles, rs.

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