Eu assisti: 2° temporada de Daredevil

Essa semana terminei a segunda temporada de Daredevil. Eu nunca fui 100% ligada em
super heróis e raramente acompanhava alguma estória em quadrinhos. Sim, eu sou uma dessas que assiste a esses filmes novos e já vira tiete de alguns personagens, mas o que difere o Daredevil de todos os outros heróis é que com essa série minha vontade de ler os quadrinhos do “homem que não tem medo” só aumenta (olha só a brecha para uma possível meta de leitura, rs).

Pois bem, nessa segunda temporada do Demolidor conhecemos outros personagens dos quadrinhos, como o Justiceiro (Punisher) e a Elektra (par romântico do nosso devil, isso não é spoiler); podemos acompanhar várias tramas com o protagonista, como a luta contra o tentáculo; luta contra o Justiceiro; o julgamento de um caso medonho (do nosso colega Punisher);  e os conflitos pessoais do Matt para manter relações sociais saudáveis.daredevil-season2

A construção do Justiceiro foi uma das coisas que mais me agradou , vê-lo inicialmente como o matador de sangue frio com o seu jargão infantil “uni-du-ni-tê salameminguê” e a sua destreza com as armas de fogo que logo vão sendo mais bem explorados ao longo dos episódios e mostrando que o cerne de sua luta, sua meticulosidade e sua determinação o tornaram uma espécie de anti-herói que mata por boas razões.

Elektra me incomodou bastante logo em que ela apareceu, uma mulher mimada que precisava de tudo na hora e do jeito que ela queria. Boa nas artes marciais e sedenta de sangue, Matt tenta aos poucos mostra-la o seu lado bom. Assim como aconteceu com o personagem do Justiceiro, depois de alguns episódios podemos conhecer melhor sua personalidade e sentir certa empatia.

O Foggy, sócio do Matt na Nelson & Murdock, passa por uma evolução considerável nessa temporada. Tido como um alívio cômico na primeira, agora ele prova, até mesmo para si, suas habilidades como advogado ao defender o Justiceiro no tribunal.

Nessa temporada há alguns links para outros personagens da Marvel, como a Jessica e o Luke, de Jessica Jones, ambos mencionados pela enfermeira Claire.  Os últimos episódios são eletrizantes, quase impossíveis de não assistir seguidamente. As descobertas que os protagonistas fazem um sobre os outros, a ligação de informações que aos poucos vão formando uma trança perfeita.