Breve história do feminismo | Carla Cristina Garcia | Claridade

Resultado de imagem para breve história do feminismoO ‘Breve história do feminismo’ foi debatido em janeiro no Leia Feministas, essa é uma obra curtinha de autoria brasileira sobre a história do feminismo.

A autora introduz o livro com a definição de alguns termos usados ao longo das lutas feministas, como androcentrismo, sexismo, gênero e patriarcado, e discorre sobre as três ondas, bem como traz vários nomes de personalidades que atuaram no movimento.

Há críticas sobre esse pequeno grande livro por causa da divisão das ondas, que não corresponde ao que é mais aceito dentro dos estudos. Mas nada que tire o mérito da obra, pois é uma apanhado maravilhoso para quem está começando a conhecer o Feminismo.

Sinto um déficit enorme de estudar e conhecer o Movimento, sinto que preciso conhecer mais os termos, as teóricas e conversar mais sobre. Conversar sobre o feminismo é essencial! Ao ler esse livro parei pra pensar o quão antigo é o movimento feminismo e eu nunca ouvi falar sobre nas conversas com minha mãe, minha avó ou com qualquer outra mulher mais velha… A divulgação dos estudos feministas é necessária para que as jovens conheçam a condição social a qual estamos inserida e como somos vistas pelo patriarcado, isso poderia evitar, inclusive, que essas jovens se envolvam em relacionamentos tóxicos.

Gostei bastante de ler esse livro como uma introdução para pesquisar outras autoras e seus trabalhos já consolidados.

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Um comentário em “Breve história do feminismo | Carla Cristina Garcia | Claridade

  1. Sinto-me compelido a tecer alguns comentários que talvez mudem o entendimento de feminimo e feminilidade, vamos lá:
    Começo na oração.
    Em nome do pai, cadê a mãe?
    Em nome do filho, cadê a filha?
    Em nome do espirito santo, cade a espirito santa?
    Continuando.
    Todos nascemos de vaginas, todos existimos é dentro de corpo feminino, mas o dito deus é pai e não mãe!!?
    Se o deus pai é tão phodástico assim, por que maldita razão ele precisou de fêmeas para conseguir fazer “sua obra”?
    Se adão tem gene XY, o que é naturalmente menor que o da Eva, XX, é um “cateto” da perna do Y contra duas hipotenusas das pernas do X, isso não mostra que existe um erro nessa coisa, algo que está contido (o XY do macho está dentro do limite do XX da fêmea e o contrário não ocorre, ou seja, o macho está contido, e a fêmea contêm) não pode ser o gerador do que contêm!

    E a cereja do bolo vem agora!
    Vou contar uma estorieta e depois interpretarei a dita.
    Havia uma cidadela onde morava uma menina, menina essa já casada, como de costume naquele povo, embora virgem por ser muito jovem, mas já desposada. Era cidadela pacata sem problemas.
    Um não tão belo dia, a menina que perambulava pelos campos, foi abordada por um homem adulto que disse que ia colocar dentro dela seu filhote, a menina já sequestrada, rendida em total impotência em total síndrome de estocolmo acabou quase se enamorando do violador, e ficou emprenhada!
    Na cidade, o marido ao saber do caso foi imediatamente caçar o estuprador que a havia violado, e o encontrou, só que o violador era infinitamente mais forte, inteligente e mais armado que toda a cidadela, e disse, se vc resolver ser engraçado te pulverizarei e a todos os outros! Aceitem criar meus filhos como seus, essa é a única forma de sairem vivos dessa situção!
    O marido corno se perguntou, “meus filhos??”, será que o desgraçado violou outras mulheres…?
    Chegando na cidadela, branco que nem cera, soube que sua esposa havia encontrado com uma parente sua e essa também havia sido violada e também ficou meio enamorada do super machão assaltante das estradas que se apresentava como espirito santo!
    Ambos os filhos do “espirito santo” nasceram e viraram personagens mitológicos e míticos para a posteridade, um criou uma religião e o outro edificiou uma igreja para essa religião!

    Se ficou claro qual a estória, ou história que narrei de forma diferente, sob a ótica não do estuprador, mas daquele que não aceitou papo de que o estuprador era deus!
    Como mostro, discutir feminismo rezando para deus pai em vez de Deusa Mãe, não tem sentido algum!
    Ademais, toda fêmea tem o poder partenogenético em seu corpo, tanto é que os óvulos são pares, aplóides que se combinam perfeitamente, que se unidos geram a própria fêmea!

    A armadilha maldita que sabota a feminilidade tem a idade de nossa civilização!
    Como mostro, procurar achar as causas da sabotagem do feminino sem encarar a maldição de deus pai é o mesmo que procurar uma agulha no palheiro sem um imã!
    O imã eu mostrei, agora é com a mulherada! 😀

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