Eu li: : Os 12 hábitos das pessoas altamente produtivas, do Rogério Job

Os 12 hábitos das pessoas altamente produtivas é um livro curtinho, que, como a maioria dos livros de autoajuda, apenas expõe o que está à sua frente e você não sabe utilizar os recursos da melhor maneira.

Nesse livro, Rogério Job apresenta 12 dicas rápidas sobre como melhorar seus índices de produção. Objetivo e leitura fácil, peguei de graça no site da Amazon e não me arrependi de dedicar uns 30 ou 40 minutos para lê-lo, pois os ensinamento, apesar de básico, o autor tenta incentivar o leitor a seguir pelo menos uma das dicas para ver resultados.

Concordo com alguns itens apresentados por Rogério, como quando ele menciona alguns vilões da produção, como as interrupções ou a mania de querer tudo perfeito, mas discordei da maneira aparentemente relaxada com que ele propõe lidar com os trabalhos. Sou dessas que antes de começar a digitar já deixa toda a formatação conforme ABNT (Times 12, espaçamento 1,5. Desculpa, é mais forte do que eu) e não suporto os sublinhados vermelhos decorrentes de algum descuido. Inclusive cheguei a ver alguns comentário no GoodReads que o autor parece ter escrito o livro as presas, talvez justamente por essa falta de zelo ou sei lá o que.

Em muitos momentos ser efetivo basta, mas em tantas outras é necessário ser eficiente. Como assim? Em algumas ocasiões, o trabalho rápido e produtivo vem a calhar, mas em outras, a qualidade e o desempenho contam mais do que números. Os dois lados de uma moeda.

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Comprei um Kindle | Primeiras impressões

Olá, leitores!

Sempre fui defensora dos livros de papel, meu projeto de biblioteca é a prova disso. Achava que seria impossível ler sem sentir aquelas páginas passando entre meus dedos, observar o volume do livro correndo da direita para a esquerda conforme eu viajava, impossível seria viver sem cheiro de livro, pior ainda viver sem as cores que compõem a minha estante.

Quase todos os sentimentos de leitor apaixonado ainda permanecem por aqui, mas por incrível que pareça, eu fui capaz de concluir livros incríveis no formato digital e ainda desejo ter as obras em papel na estante. A paixão pelos livros não acaba quando se dá uma chance ao e-book, muito pelo contrário, ela amplia seus horizontes.

As flags são ótimos companheiros de leitura, bem como o bloquinho de notas em dupla com o lápis para eventuais anotações. Adereços não compatíveis com o formato digital, certo? Mais ou menos. O recurso de marcar e comentar passagens dos livros que o Kindle oferece é tão mais rápido e prático que eu cheguei a sentir falta da praticidade quando voltei ao papel (Estou me tornando preguiçosa devido ao mundo digital? Talvez sim, talvez não, assunto para outra pauta).

Além da facilidade para fazer anotações, mais dois detalhes que me encantaram foram: as inúmeras imagens de proteção de tela ❤ e a leveza do aparelho.

O fato é que o leitor digital me proporcionou ter vários livros que me custariam meses de salário, bem como espaços intermináveis na minha estante. Claro que as melhores leituras permanecem na minha lista de desejados, pois a paixão pelo livro de papel é incomparável.

Comprei meu Kindle usado, bem mais em conta, apenas para ver se eu me daria bem com o aparelho, se conseguiria ler no formato e tal. O resultado tem sido positivo, coloquei vários livros nele, vamos ver se continuarei com a mesma empolgação ao longo dos meses (se não é apenas frenesi de brinquedo novo).

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Livros novos | Book Friday da Amazon

Olá, leitores!

No mês passado perdi a promoção Amazon Day, então não contei pipoca quando vi a Book Friday agora em agosto, essa promoção é como se fosse um esquenta para a tão esperada Black Friday de Novembro.

Comprei seis livros e gastei um total de R$ 87,90, escolhi apenas um livro mais caro, os outros custaram menos e dez reais. Confira abaixo. 😉

  • Os miseráveis, do Victor Hugo

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Gente, esse livro é enorme! Eu tinha uma noção de que ele era grande, mas que coisa animalesca é essa? Sério, você só terá noção do que são 1500 páginas quando tiver esse livro em mão. Um detalhe bacana é que ele vem com duas fitinhas para marcar a leitura, um amor. ❤

  • Mulheres no poder, da Schuma Schumaher e Antonia Ceva

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Estou engajando um pouco mais para leituras que contam a história da luta feminina e tal, então não pude deixar de adquirir o Mulheres no poder, que conta a trajetória das mulheres no cenário político brasileiro.

  • Mudança, de Mo Yan

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Confesso que eu não conhecia esse livro, mas o tripé Cosac + Nobel de Literatura +preço (muito) baixo foi bem mais forte do que eu, rs.

  • A origem do mundo, do Jorge Edwards

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Esse eu escolhi às cegas, mais para aproveitar o preço do que por um motivo mais específico, então vamos ver no que dará a leitura.

  • Um, dois e já, a Inés Bortagaray

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Vi ótimos comentários sobre esse livro nos blogs e canais literários, então fiquei super curiosa para lê-lo. Detalhe, ele tem as páginas azuis. Essa capa dá uma gasturinha por causa do desfoque no título, rs.

  • A gaivota, do Anton Tchekhov

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Vejo a Isa, do LidoLendo, falando tanto dos Russos, que isso só desperta a minha curiosidade para me introduzir nessa Literatura.

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Vocês também aproveitaram a Book Friday de agosto? O que compraram? Todos ansiosos para a Black Friday em Novembro, sim ou com certeza?

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Eu li: Codinome Cassandra, da Meg Cabot

Meg Cabot é sempre um bom ponta pé quando estou em ressaca literária, sua escrita é envolvente, rápida e divertida. Então, para tentar, mais uma vez, sair dessa inércia literária, resolvi apostar em Codinome Cassandra, o segundo volume da série Desaparecidos.

IMG_20170820_111348349Codinome Cassandra tem uma capa cheia de notas musicais para representar o acampamento Wawasee para crianças com talentos especiais para música, que é onde Jess está trabalhando nessas férias de verão. Tudo parece estar indo bem, a final de contas pelo menos nesse verão ela não precisaria trabalhar em um dos restaurantes da família, continuaria no anonimato e tudo sairia bem. Mas nem tudo são flores quando se trata de Jess, bem, flor é a ultima palavra que se espera numa frase que se refira a ela.

Ela continua encontrando crianças desaparecidas às escondidas, mantém uma pessoa de confiança na organização que funciona como Disque Desaparecidos ou algo do tipo, mas o que ela não sabia é que o FBI ainda estava observando seus movimentos.

Codinome Cassandra mantém o mesmo fluxo frenético do Quando cai o Raio, mas confesso que alguns aspectos da narrativa me incomodaram um pouco dessa vez (será que estou ficando velha demais até mesmo para a Meg Cabot? Oh, céus, espero que não), como a repetição contínua de centos acontecimentos, como quando ela fica relembrando umas três ou quatro vezes o que aconteceu quando ela esteve sob guarda do FBI e como Rob não está nem aí pra ela, mas isso não abala a sua convicção de que ele será o seu namorado, coisas do tipo, chega a parecer que está apenas a encher linguiça.

Jess me lembra muito a Suzannah, da série A Mediadora, tanto pelo poder paranormal, quanto pelos seus métodos nada convencionais de lidar com os acontecimentos. Rob me remete a Jess (da Mediadora), o rapaz bonitão e bem mais velho que não quer se envolver com a protagonista porque ela é muito nova e tal. Alguns detalhes se repetem em Desaparecidos, mas com toda certeza do mundo A Mediadora ainda é bem melhor.

Meg Cabot é conhecida, principalmente, por ter escrito Diários da Princesa, série que virou filme. Publica livros juvenis como quem troca de roupa, sua bibliografia é bem vasta.

O que eu aprendi com How I Met Your Mother

Estou maratonando How I Met Your Mother por motivo de vai sair muito em breve do catálogo da Netflix.

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Os quatro personagens (sim, quatro, o Barney não conta) me encantaram, me deixaram com vontade de morar em Nova York e de ter amizades tão descontraídas quanto à deles… O de sempre quando se está viciada numa série. Até aí tudo ok.

Em um episódio específico da quarta temporada (vocês podem querer me matar por não lembrar o número do episódio) Lily dá uma lição em Ted, que quer planejar tudo em sua vida, desde a carreira aos encontros amorosos, ela fala pra o ele que a vida é feita de improvisos e que muitas vezes nós temos que pegar o que a vida nos oferece, usa como exemplo os sonhos de todos os amigos e como a vida os levou a caminhos tortuosos que… Bem, que deram certo de alguma maneira e isso não é motivo de vergonha.

Essas palavras da Lily caíram como uma luva para uma série de pensamentos que tenho tido sobre estudos, profissões e carreiras. Nós sempre recebemos incentivos e cobranças de que TEMOS que fazer faculdade e TRABALHAR na área de formação, ou melhor, temos que nos formar no curso dos nossos SONHOS e que todos nós temos um. Essa ideia é uma ilusão.

Às vezes você não se identifica com nenhum curso das faculdades próximas, outras vezes você se forma e detesta o trabalho ou até mesmo nem chega a trabalhar na sua área de formação, em tantas outras você sonha em fazer um curso X mas opta pelo Y por pensar no retorno financeiro e fica infeliz, ou você faz realmente o curso dos sonhos mas tem que fazer outro porque ele não deu o bendito retorno financeiro.

É engraçado como é forte essa coerção de que sonho, formação e dinheiro devem estar atrelados. Mas não podemos esquecer pessoas bem sucedidas que nunca concluíram um curso Universitário (Steve Jobs, só para ilustrar), trabalharam e conseguiram muito dinheiro. Em tantas outras vezes a pessoa é muito boa em algo e até estuda esse algo independentemente, mas é formada e trabalha com outra coisa porque não quer misturar o hobby ao profissional.

Parei para refletir nessa linha e percebi que cada um deve achar suas características, seus gostos, testar possibilidades e só então resolver como vai levar a vida. Frustrei-me durante muitos anos com esse tipo de coisa, mas hoje me sinto um pouco mais resolvida (pelo menos assim espero). Decidi que não vou parar de estudar para me qualificar profissionalmente e até mudei totalmente minha área de atuação, mas em paralelo jamais deixarei de estudar outras coisas que não se misturam com o meu emprego. Bom, eu gosto de estudar, gosto de ler Literatura, gosto de aprender, gosto de trabalhar com serviços administrativos e burocráticos. Eu sou assim e demorei a me encontrar.

Resumo de maio, junho e julho | 2017

Olá, leitores!

Os três últimos meses foram os mais lotados e não sei dizer bem ao certo se foram os mais produtivos também. Em relação as leituras, o último trimestre dedicou-se aos livros acadêmicos e pouquíssimo à Literatura, mas é o que tenho, então vamos lá, já explico o que rolou por aqui.

Em relação às aquisições

Comprei vários livros, segue abaixo:

O Barba Ensopada de Sangue foi uma troca realizada no Skoob. Só ouço ótimos comentários sobre esse livro do Daniel Galera, então aproveitei a oportunidade de consegui-lo pelo plus.

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Esse é o meu primeiro Valter Hugo Mãe, estou ansiosa para lê-lo. Aproveitei uma promoção no site da Livraria Cultura e paguei menos de vinte reais em Homens imprudentemente poéticos, fiquei encantada quando vi essa edição pessoalmente, a lombada é vermelha e o livro por inteiro é muito bonito.

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Caí em tentação em uma Oferta do Dia da Amazon e adquiri Passos de Drummond, um ensaio crítico sobre as publicações de Drummond escrito por Alcides Villaça, professor de Literatura Brasileira da USP há mais de 30 anos.

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Mais um Lobato pra minha coleção, dessa vez é o polêmico Negrinha. 🙂

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Esse livro, pelo o que vejo na blogosfera é destruidor de corações, então, A Mulher Desiludida para o caos.

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Nesse ano saí do curso de inglês e comecei a estudar sozinha, estou usar vários materiais em PDF, mas sempre que eu puder (e encontrar livros em conta) tentarei adquirir livros físicos por motivos de é beeemm melhor para estudar, marcar e etc.

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Desde que conheci o Ruffato pessoalmente na Bienal do Livro de Fortaleza, fiquei louca para ler algo dele, eis Eles eram muitos cavalos.

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A Simone de Beauvoir escreveu sua autobiografia divida em quatro volumes e Memórias de uma moça bem comportada é o primeiro deles.

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Sobre as leituras do momento

Nesses três últimos meses li basicamente livros acadêmicos, como mencionei anteriormente. Cópias, PDFs, livros texto e capítulos soltos, o que não convém muito mostrar aqui (eu acho).

Em meio a essa bagunça, ainda dei incio a vários livros, mas as leituras não vingaram, esmoreceram do meio para o fim.

No momento estou com três livros em andamento, que são: Codinome Cassandra, segundo volume da série Desaparecidos da Meg Cabot; História do Pensamento Econômico e Manual da Secretária (ambos de estudo).


Evento

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Compareci à abertura do Cine Ceará desse ano e conheci o filme Chileno Uma mulher fantástica. O evento contou com Palestras, mostras, premiações, cursos e tantas outras atrações, foi uma pena que eu não tiver outros dias livres para participar da programação.


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O melhor do país são os brasileiros

Meu texto foi publicado no Jornal do Leitor do Jornal impresso O Povo em 12 de julho de 2017.

O Brasil “quebrou a Internet” com o clipe Swish Swish Bish, música da Katy Perry, em que a Gretchen apareceu como estrela principal, o vídeo foi lançado segunda-feira, dia 3 de julho e, em menos de 24 horas, já estava com mais de 5 milhões de visualizações. E, como o melhor do Brasil são os brasileiros, claro que o complemento à apresentação da rainha do bumbum (e dos gifts) são os milhares de comentários hilários.

Nosso país é conhecido como o país do Carnaval, mas, na verdade, é o país da zoação, zoamos com o 7 x 1, zoamos com a Gretchen fazendo fama internacional e zoamos com a política bizarra que temos. Entre guerras internacionais de memes e delações premiadas, o brasileiro está rindo para não chorar da desgraça política em que nos encontramos. Ah, e antes que eu me esqueça: Fora Temer!

Online em: O Povo