Resumo de abril | 2017

Olá, leitores!

Hoje eu trouxe o que rolou por aqui em relação aos livros. Li pouco, pouquíssimo para falar a verdade, e comprei muitos livros (muitos para mim, que há meses não comprava nada).

Li O oceano no fim do caminho, do Neil Gaiman e Marina, do Carlos Ruiz Záfon. Para a faculdade eu li O método sociológico, do Émile Durkeim, mas como foi uma xerox acabei não tirando foto também.

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Comprei um total de 10 livros, seis foram na Bienal, sendo três deles acadêmicos. Comprei dois na Amazon e dois num quiosque que vende livros por R$ 10,00.

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Esse mês teve a Bienal Internacional do Livro do Ceará, onde comprei seis livros por R$ 10,00 cada, três deles são a continuação da série Quando cai o raio, da Meg Cabot e três sobre comunicação e marketing.

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Os dois livros que comprei na Amazon foi o primeiro volume da autobiografia da Simone de Beauvoir e o Eles eram muitos cavalos, do Luiz Ruffato.

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Comprei também duas biografias num quiosque de preço único (R$10,00) que estava no Shopping Benfica aqui da minha cidade.

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Assisti

Assisti no cinema ao filme Guardiões da Galáxia Vol. 2.

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Com muitas cenas de ação e comédia, o nosso Star Lord descobre mais coisas sobre a sua família, o que é fundamental para ele ter algumas respostas. Alguns vilões rendem-se aos loucos Guardiões e tantos outros vilões deixam um fiozinho de “até logo”. Groot está muito fofo e em diversas vezes emocionou o público. Esse segundo filme da franquia deixou aquela sensação de filme de transição, mas não de maneira ruim, me diverti bastante.

Assisti ao documentário sobre a Lygia Fagundes Telles e iniciei Girl Boss.

Eventos

Fui à XII Bienal Internacional do Livro do Ceará.

Então, o que vocês leram em abril?

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Eu li: Marina, do Carlos Ruiz Zafón

Sem uma sinopse bem definida, composta por um parágrafo do prólogo apenas, e um comentário inicial, escrito pelo autor, informando que este é o seu livro preferido, embora A sombra do vento tenha feito bem mais sucessomarina.png do que ele, “Marina foi o quarto romance que publiquei. Foi lançado originalmente na Espanha em 1999 e é provavelmente o meu favorito entre todos os que escrevi” p. 5. Sério, eu não sabia o que esperar de Marina, mas ao final das contas me senti numa montanha russa em menos de 200 páginas.

O prólogo nos inicia à história em um evento posterior ao que se passa no livro. Óscar passou uma semana longe de sua rotina e mergulhou num mundo inacreditável. Marina é desenvolvido num cenário de suspense com seres dignos de uma ficção científica, necromânticos, e, claro, um romancezinho só para dar aquele “owww <3”.

“Vi ele pegar uma seringa, enchendo-a com um líquido esmeralda que guardava num frasco. Nossos olhos se encontraram brevemente e, então, Mihail enfiou a agulha no crânio do cadáver. […] As pestanas de uma das pálpebras estremeceram. […] De repente, o corpo da mulher se ergueu num espasmo violento. Um berro animal inundou a sala, ensurdecedor. Fios de espuma branca desciam dos lábios negros, inchados. […] “ P. 147

Embora estranho aos olhos de quem está acostumado com os outros livros do autor, principalmente por possuir um teor mais jovial, Marina não faz feio, muito pelo contrário, Záfon continua a nos encantar com suas conjunções frasais poeticamente bem compostas “Florán sorriu tristemente. Dava para ler trinta anos de remorso naquele olhar” p. 100.

Impossível não fazer comparações, em Marina os elementos que não pude deixar de notar como semelhanças escancaradas em relação à Sombra do vento foram: aquele poder aniquilador do fogo; um personagem fisicamente deformado por uma tragédia; e, claro, a metalinguagem que deixa o leitor achando que o livro que temos em mão é o mesmo em questão ao longo da narrativa (quem nunca foi pesquisar se o livro A sombra do vento, mencionado no homônimo que estamos lendo, existia de verdade?).

Marina deixa o leitor num frenesi crescente, imersos em memórias e acontecimentos sinistros. Por diversas vezes me encontrei tão envolvida no livro que me dava uma chateação por o autor não se aprofundar ainda mais nos personagens, talvez ele adotou essa medida por estar escrevendo para jovens e desejar uma leitura mais leve.

Então, Marina é uma leitura rápida, empolgante, mas não tão excepcional como eu esperava que fosse. Fica a dica de uma leitura envolvente, enérgica e emocionante.

Quotes:

“O tempo faz com o corpo o que a estupidez faz com a alma” P. 83

“Se as pessoas pensassem um quarto do que falam, o mundo seria um paraíso” P. 83

Convite | Vamos ler em maio?

Olá, leitores!

Hoje trouxe para vocês a indicação de um livro e ao mesmo tempo o convite para lê-lo no próximo mês.

O livro em questão é A cidade do Sol, do Khaled Hosseini, que completará 10 anos de lançamento agora em maio de 2017. Calma, esse não é o único motivo que usarei para tentar convencê-lo a ler essa obra.

Embora não tão famoso quando O caçador de pipas, livro do mesmo autor, A cidade do Sol traz à tona questões como feminilidade, liberdade, relações sociais e tudo isso ambientado no Afeganistão. Confira a Sinopse:

Mariaa_cidade_do_sol_1295553285bm tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos.
Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: “Você pode ser tudo o que quiser.” Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do “todo humano”, somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.

O convite está em aberto aos que não leram e aos que querem reler A cidade do sol. Se você já leu, deixa aqui nos comentários sua experiência com a leitura, vamos adorar. 🙂

Assisti: Lygia, uma escritora brasileira

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Ontem, dia 21 de abril, a TV Cultura apresentou um documentário inédito sobre a Lygia Fagundes Telles, claro que eu não poderia ter deixado de assistir.

Lygia, uma escritora brasileira teve uma hora de duração e foi composto por trechos de entrevistas com a autora, relatos de familiares, críticos e amigos da Lygia. A produção fez um rápido tour sobre a personalidade e carreira dela, pontou a representatividade de alguma de suas obras e sua paixão pela escrita.

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Lygia se entregou à Literatura desde muito cedo, seu primeiro livro foi publicado aos 15 anos ao custeio do pai, de uma forma avassaladora, tinha um emprego fixo (ela era Procuradora do Estado do Ceará e fez um trocadilho a respeito do cargo, passou 30 anos procurando não sabia o que e nunca havia se achado ali), mas queria viver só dos livros, o que lhe rendeu alguns percalços financeiros.

A autora escreveu de forma feminina, inovadora e política sem tornar-se apelativa. Mostrou uma personagem lésbica em seu romance, Ciranda de Pedra, laçado em 1954 e em o Seminário dos Ratos fez alegorias ao período da ditadura (ela diz que o livro estava tão chato que o responsável pela censura na época nem chegou a lê-lo por completo, ainda bem!).

Ao longo da produção, Lygia fala ainda sobre a sua amizade com a Clarice Lispector e com a Hilda Hilst, três mulheres tão diferentes e com tantas coisas em comum. Clarice, conhecida por sua introspecção; Hilda, por sua loucura imediatista; e Lygia, a doçura e simpatia em pessoa. Esclarece também o seu patriotismo e as dificuldades que o Brasil impõe aos seus filhos, o que concebe a constante necessidade de lutas advindas do povo.

Alguns críticos literários lamentam que a academia do Nobel de Literatura nunca tenha enxergado Lygia com toda a sua força e feminilidade, mas quem sabe um dia, né?!

Livros para ler o mundo

O site El País Brasil divulgou nessa semana uma lista com 144 livros em que representam os 193 Estados reconhecidos pela ONU. O trabalho foi criado por Backforward24, usuário do fórum Reddit.

Para leitores viciados em desafios de listas literárias, eis aí uma boa oportunidade. Se não for para tanto, a lista serve também como informativo para apresentar obras de países que nunca lemos até então. 😉

Os livros citados são:

EUROPA

Noruega: Fome, de Knut Hamsun

Islândia: A Voz, de Arnaldur Indriðason

Suécia: A Saga de Gösta Berling, de Selma Lagerlöf

Finlândia: Soldados Desconhecidos, de Väinö Linna

Dinamarca: Senhorita Smilla e o Sentido da Neve, de Peter Høeg

Letônia: Nāvas Ena, de Rūdolfs Blaumanis

Estônia: Verdade e Justiça, de A. H. Tammsaare

Lituânia: White Field, Black Sheep: A Lithuanian American Life, de Daiva Markelis

Belarus: Vozes de Tchernóbil: A História Oral do Desastre Nuclear, de Svetlana Alexievich

Ucrânia: A Morte de um Estranho, de Andrei Kurkov

Moldávia: Educação Siberiana, de Nivolai Lilin

Romênia: A Floresta dos Enforcados, de Liviu Rebreanu

Bulgária: Sob o Jugo, de Ivan Vazov

Polônia: Pan Tadeusz, de Adam Mickiewicz

Alemanha: Os Buddenbrook, de Thomas Mann

Países Baixos: A Descoberta do Céu, de Harry Mulisch

Bélgica: The Sorrows of Belgium, de Leonid Andreyev

Luxemburgo: In Reality: Selected Poems, de Jean Portante

Reino Unido: Grandes Esperanças, de Charles Dickens

Irlanda: Ulisses, de James Joyce

República Checa: O Bom Soldado Svejk, de Jaroslav Hašek

Eslováquia: Rivers of Babylon, de Peter Pišťanek

França: O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas

Espanha: Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes

Portugal: Memorial do Convento, de José Saramago

Áustria: O Homem sem Qualidades, de Robert Musil

Suíça: Heidi, de Johanna Spyri

Itália: A Divina Comédia, de Dante Alighieri

Eslovênia: Alamut, de Vladimir Bartol

Croácia: Café Europa, de Slavenka Drakulic

Hungria: Eclipse of the Crescent Moon, de Géza Gárdonyi

Bósnia e Herzegovina: O Diário de Zlata, de Zlata Filipovic

Sérvia: O Dicionário Khazar, de Milorad Pavić

Montenegro: Montenegro, de Starling Lawrence

Albânia: O General do Exército Morto, de Ismail Kadaré

Macedônia: A Irmã de Freud, de Goce Smilevski

Grécia: Ilíada, de Homero

Rússia: Guerra e Paz, de Liev Tolstoi

AMÉRICA

Canadá: Anne of Green Gables, de L. M. Montgomery

Estados Unidos: O Sol É Para Todos, de Harper Lee

México: Pedro Páramo, de Juan Rulfo

Guatemala: Homens de Milho, de Miguel Ángel Asturias

Belize: Beka Lamb, de Zee Edgell

Honduras: Cipotes, de Ramón Amaya Amador

El Salvador: Aroma de Café Amargo, de Sandra Benítez

Nicarágua: O País Sob Minha Pele, de Gioconda Belli

Costa Rica: La Isla de los Hombres Solos, de José León Sánchez

Panamá: Plenilunio, de Rogelio Sinán

Colômbia: Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

Venezuela: Dona Bárbara, de Rómulo Gallegos

Guiana: O Palácio do Pavão, de Wilson Harris

Suriname: Hoe Duur Was de Suiker, de Cynthia McLeod

Guiana Francesa: Papillon, de Henri Charrière

Equador: Huasipungo, de Jorge Icaza

Brasil: Dom Casmurro, de Machado de Assis

Peru: Lituma nos Andes, de Mario Vargas Llosa

Bolívia: Raza de Bronce, de Alcides Arguedas

Paraguai: Eu o Supremo, de Augusto Roa Bastos

Argentina: Ficções, de Jorge Luis Borges

Chile: A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende

Uruguai: Futebol ao Sol e à Sombra, de Eduardo Galeano

Cuba: Havana, de Martin Cruz Smith

Haiti: Breath, Eyes, Memory, de Edwige Danticat

República Dominicana: A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao, de Junot Díaz

Bahamas: The Measure of a Man, de Sidney Poitier

Jamaica: A Breve História de Sete Assassinatos, de Marlon James

Puerto Rico: When I Was Puerto Rican, de Esmeralda Santiago

Pequenas Antilhas: Vasto Mar de Sargaços, de Jean Rhys

Groenlândia: Islands, the Universe, Home, de Gretel Ehrlich

ÁFRICA

Argélia: O Estrangeiro, de Albert Camus

Líbia: No País dos Homens, de Hisham Matar

Egito: Entre Dois Palácios, de Naguib Mahfuz

Marrocos: O Menino de Areia, de Tahar Ben Jelloun

Mauritânia: Silent Terror: A Journey into Contemporary African Slavery, de Samuel Cotton

Mali: Soundiata ou L’Épopée Mandingue, de Mamadou Kouyaté

Níger: Sarraounia, de Abdoulaye Mamani

Chade: As Raízes do Céu, de Romain Gary

Sudão: Lyrics Alley, de Leila Aboulela

Nigéria: O Mundo se Despedaça, de Chinua Achebe

Camarões: O Velho Negro e a Medalha, de Ferdinand Oyono

República Centro-Africana: Batouala, de René Maran

Sudão do Sul: They Poured Fire on Us from the Sky, de Benson Deng, Alephonsion Deng,

Benjamin Ajak e Judy A. Bernstein

Etiópia: Sob o Olhar do Leão, de Maaza Mengiste

Somália: O Pomar das Almas Perdidas, de Nadifa Mohamed

República Democrática do Congo: L’Ante-Peuple, de Sony Labou Tansi

Uganda: Abessijne Kronieken, de Moses Isegawa

Quênia: Pétalas de Sangue, de Ngũgĩ wa Thiong’o

Tanzânia: Desertion, de Abdulrazak Gurnah

Angola: A Gloriosa Família – O Tempo dos Flamengos, de Pepetela

Zâmbia: Scribbling the Cat: Travels with an African Soldier, de Alexandra Fuller

Moçambique: Terra Sonâmbula, de Mia Couto

Zimbábue: The House of Hunger, de Dambudzo Marechera

Namíbia: Born of the Sun, de Gillian Cross

Botsuana: Agência Nº 1 de Mulheres Detetives, de Alexander McCall Smith

África do Sul: Desonra, de J. M. Coetzee

ÁSIA

Turquia: Meu Nome É Vermelho, de Orhan Pamuk

Geórgia: O Cavaleiro na Pele de Pantera, de Shota Rustaveli

Armênia: The Fool, de Raffi

Azerbaijão: Blue Angels, de Chingiz Abdullayev

Irã: Shahnameh, The Epic of the Kings, de Ferdowsi

Iraque: The Madman of Freedom Square, de Hassan Blasim

Síria: The Dark Side of Love, de Rafik Scahmi

Líbano: The Hakawati, de Rabih Alameddine

Israel: Mornings in Jenin, de Susan Abulhawa

Kuwait: A Map of Home, de Randa Jarrar

Emirados Árabes Unidos: The Sand Fish, de Maha Gargash

Arábia Saudita: Cities of Salt, de Abdur Rahman Munif

Qatar: The Emergence of Qatar, de Habibur Rahman

Iêmen: The Hostage, de Zaid Damaj Mutiee

Omã: The Turtle of Oman, de Naomi Shihab Nye

Cazaquistão: The Book of Words, de Abay Qunanbayuli

Turquemenistão: A Tale of Aypi, de Ak Welsapar

Uzbequistão: Chasing the Sea, de Tom Bissell

Quirguistão: Jamilia, de Chingiz Aitmatov

Tajiquistão: Hurramabad, de Andrei Volos

Afeganistão: O Caçador de Pipas, de Khaled Hosseini

Paquistão: O Fundamentalista Relutante, de Mohsin Hamid

Nepal: Palpasa Cafe, de Narayan Wagle

Índia: O Deus das Pequenas Coisas, de Arundhati Roy

Butão: The Circle of Karma, de Kunzang Choden

Bangladesh: Uma Era de Ouro, de Tahmima Amam

Myanmar: Smile as They Bow, de Nu Nu Yi

Laos: On the Other Side of the Eye, de Bryan Thao Worra

Tailândia: Four Reigns, de Kukrit Pramoj

Vietnã: The Sorrow of War, de Bao Ninh

Camboja: First They Killed My Father, de Loung Ung

Taiwan: Green Island, de Shawna Yang Ryan

Sri Lanka: Anil’s Ghosts, de Michael Ondaatje

Mongólia: The Blue Sky, de Galsan Tschinag

Coreia do Norte: The Aquariums of Pyongyang, de Kang Chol-hwan

Coreia do Sul: A Vegetariana, de Han Kang

Japão: Coração, de Natsume Soseki

China: Dream of the Red Chamber, de Cao Xueqin

Malásia: The Garden of the Evening Mists, de Twan Eng Tan

Brunei: Some Girls: My Life in a Harem, de Jillian Lauren

Indonésia: Child of all Nations, de Pramoedya Ananta Toer

Filipinas: Noli Me Tangere, de José Rizal

Timor Leste: The Redundancy of Courage, de Timothy Mo

OCEANIA

Austrália: Cloudstreet, de Tim Winton

Papua-Nova Guiné: Death of a Muruk, de Bernard Narokobi

Vanuatu: Blackstone, de Grace Mera Molisa

Ilhas Salomão: Suremada, de Rexford T. Orotaloa

Fiji: Tales of the Tikongs, de Epeli Hau’ofa

Nova Zelândia: The Bone People, de Keri Hulme

Fonte

Sorteio | Após a tempestade

Olá, leitores!

Hoje eu trouxe um sorteio para vocês, o prêmio em questão é um exemplar do livro Após a tempestade, da Karen White, lançado no Brasil pela Editora Novo Conceito.

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No link abaixo você pode conseguir as entradas para participar do sorteio:

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Clique no hiper link acima para participar do sorteio!

Atenção às regras:

  • Residir ou ter endereço de entrega no Brasil;
  • As opções obrigatórias são: seguir o Facebook e o Instagram do blog Degrau de Letras;
  • Se você quiser ganhar mais entradas (mais chances de ganhar), é só seguir o Twitter e o Canal no Youtube (são mais 3 entradas) do blog Degrau de Letras;
  • Diariamente você pode ganhar mais uma entrada se twittar a frase promocional aqui pelo Rafflecopter;
  • O sorteio vai até o dia 20 de maio e o resultado será postado aqui no blog no dia seguinte, ou seja, no dia 21 de maio;
  • O ganhador tem 15 dias para responder as nossas tentativas de entrar em contato, caso contrário, o livro será sorteado novamente.

Você pode participar também por esse link: http://gvwy.io/t2lwfch

Notícia: Editora BestSeller lançará “The secret history of Wonder Woman” no Brasil

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Em Maio a Editora BestSeller, selo da editora Record, lançará no Brasil o livro “The secret hithe_secret_history_of_wonder_w_1419637277428204sk1419637277bstory of Wonder Woman” (a história secreta da Mulher Maravilha – tradução livre), da autora Jill Lepore.

Nessa obra, Jill fez uma intensa pesquisa para falar sobre a origem da heroína aclamada por gerações, o resultado não poderia ter sido melhor: relações familiares e luta pelos direitos das mulheres. A Mulher Maravilha foi criada em 1941, no período da Segunda Guerra mundial e, após aparecer no filme do Batman, ganhará um filme solo em junho deste ano, estrelado pela atriz Gal Godot.

Quem “estamos” ansiosos por esse lançamento desde sempre? \o//’